sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A Igreja e a pobreza.

A partir de uma postagem do amigo seminarista Vinicius Faria, LC no Facebook, outro amigo de peso, o Prof. de História, Rafael de Mesquita Diehl, fez vários comentários que valem a pena ser transcritos neste blog para que mais católicos tenham acesso. Em especial os meu conterrâneos que não tem o privilégio de conhecer o historiador curitibano isento de falácias marxistas e modernistas.

Postagem inicial do Vinicius Faria:

Seminarista Vinicius Faria
Perguntei ao Cláudio Pastro se ele preferia ouro ou materiais mais simples na confecção dos vasos sagrados. Ele
disse que prefere materiais mais simples. 
Mas se o ouro representa a divindade o que representaria um cálice de barro?

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Em seguida surgiram diversos comentários, mas achei bastante relevantes os do Prof. Rafael:

Prof. Rafael de Mesquita Diehl
Para a última Ceia, Ele preferiu ao menos um cálice de Sardônica... (em resposta a alguém que argumentou que Jesus preferiu as palhas da manjedoura).

Cristo é o mesmo Deus que pediu para que o Tabernáculo no deserto fosse ornado com ouro. O cenáculo mesmo não era qualquer lugar, mas o triclinium bem decorado da casa de São Marcos. Desde que receberam liberdade de culto, os cristãos buscaram erguer belos edifícios para o culto, como expressão pública da fé que já celebravam proporcionalmente com a dignidade máxima possível em época de perseguições.

O maior apóstolo da pobreza, São Francisco de Assis, escrevera aos custódios da Igreja para que todos os objetos que fossem associados ao culto eucarístico fossem de metais preciosos. Mesmo o papa Francisco com toda a sua pobreza pessoal não dispensa os cálices dourados nas missas.

A pobreza cristã é pessoal, é para si mesmo e não para os outros. Empobrecer o Culto Divino como forma de tornar a Igreja pobre todo mundo quer, mas quero ver a renúncia e austeridade pessoal.

Todo mundo hoje em dia acha lindo a Igreja sem preciosidades no culto, mas acha absurda um casal abdicar-se de certos luxos para ter uma família numerosa. Isso é falsa pobreza.

Se a túnica de Cristo fosse chumbreguinha, os soldados não teriam sorteado-a... 

Já dizia o ditado: "pobreza no dos outros é refresco"... muito cômodo cobrar da Igreja que despoje o culto divino do que lhe é lícito para que não precisemos renunciar aos nossos comodismos.

O Papa Francisco vive uma pobreza pessoal. A pobreza no Cristianismo é pessoal, parte de cada pessoa e se vive de acordo com os deveres de estado de cada um (um pai de família não pode viver como um frade, pois sua família depende de suas rendas). A pobreza do cristianismo não é um fardo imposto por outrem, mas algo que parte da pessoa.

Um sujeito rico que investe seu dinheiro em ajudar uma escola gratuita que ensine profissões à crianças pobres, por exemplo, está agindo com pobreza e caridade: está abdicando de parte de sua fortuna e está usando-a de forma não só a saciar a fome do momento, mas de forma a gerar oportunidades para quem não as têm.

No século XV, o Chanceler do Duque da Borgonha, Nicolas Rollin, não teve filhos, era estéril. Ele investiu toda a sua fortuna para construir um hospital gratuito para doentes vitimados pela peste. O hospital era atendido por freiras. O quarto dos doentes terminais era o mais bonito do hospital, com camas de veludo vermelho, como da nobreza flamenga, para os doentes mais sofridos. Ao fundo, uma capela com um altar decorado por um retábulo de madeira folheado a ouro pintado pelo mais célebre artista da região, Rogier van der Weyden. A decoração digna da capela como vê não foi desculpa para fazer uma grande obra de caridade.

Do Templo de Jerusalém Jesus expulsou só os vendilhões. O altar de ouro e os vasos preciosos do culto ficaram.

A viúva pobre que Jesus elogia por doar suas 2 últimas moedas estava doando para o TESOURO DO TEMPLO.






sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Magníficas e profundas falas de nossa "presidenta"

"O meu chinelo da humildade eu gostaria muito de ver o Neymar e o Ganso. Porque eu acho que ... é ... onze entre dez brasileiros gostariam. Porque veio... deu uma alegria ao futebol. Porque a gente áli (sic) eu vi você veja eu já vi parei de ver voltei a ver e acho que é ú ú Neymar e o Ganso tem essa capacidade de fazer a gente olhar". Dilma Rousseff

"Bom, livros! né? eu estou lendo um livro... tá me fugindo. eu tentei falar um pouco sobre a novela pá ver se eu lembrava o nome do livro. e não lembro. do sandormarái. o livro chama: as as as as brasas... isso mêmo! as brasas. é uma talvez uma das... assim, me impactou muito. eu concluí ele ontem à noite rapidinho porque eu eu consigo lê no domingo." Dilma Rousseff

"O meio ambiente é sem dúvida uma ameaça ao desenvolvimento sustentável e isso significa que é uma ameaça pru futuro do nosso planeta e dos nossos países". Dilma Rousseff


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Terço da Beata Nhá Chica

Nada como rezar o Terço da Beata Nhá Chica em momentos de aflição. Experimentei, rezando com fé. Consegui consolação na aflição e dormi feito um anjo, sem necessidade de nenhum calmante químico.

Nas contas grandes rezamos:
"Aflita vos visse Senhora
Aflita aos pés da Cruz,
Aflita (o) estou eu agora,
Valei-me ó mãe de Jesus".

Nas contas pequenas:
"Ó Virgem da Conceição,
Valei-me nesta ocasião".


Ou se preferir, reze-o virtualmente neste link:

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Artesão campanhense produz a imagem de Nossa Senhora para o Papa Francisco

Jornal da Band entrevista o artesão campanhense que fez a imagem de cedro que o Santuário de Aparecida presenteará o Papa Francisco.


Clique na imagem abaixo para ver a reportagem:


terça-feira, 11 de junho de 2013

Cifra da música de Santo Antônio

Uma das postagens mais visitadas deste blog é "Musica cantada na Trezena de Santo Antônio". Recebi vários emails pedindo a cifra da música. Não entendo nada de música e não en contrei a cifra na internet. 

Gentilmente, o leitor Natal José Correa, cifrou e enviou-me para publicar no blog. Agradeço sua colaboração, que penso, será de grande utilidade aos músicos católicos que nos visitarem.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Historia medieval confiável no ensino público.

Mandou bem o Prof. de História, Raphael Rodrigues Arantes, meu irmão, quando ainda lecionava na Escola  Estadual Vital Brasil. Em seu último ano nesta escola, escolheu o livro "Nova História Integrada" de João Paulo Mesquita Hidalgo e Luis Estevam de Oliveira Fernandes, dentro do projeto PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) para fazer parte da literatura usada pelos alunos a partir de 2012. Deixou um legado de primeira qualidade para os alunos desta escola por pelo menos 3 anos. Dificilmente, a partir de 2015, penso eu, darão continuidade a esta escolha.

Folheando o livro, deparei-me com ótimos textos. Confesso que fiquei surpreso com a qualidade.  Estou acostumado com livros didáticos catolicofóbicos e doutrinadores marxistas, afinal acompanho há anos o ensino fundamental e médio de meus 3 filhos, tanto na escola privada quanto na pública. 

Mas o que contem de tão importante neste livro? Ora, li textos como "Idade Média, Idade das Trevas?" em que os autores desmistificam a mentira de que este foi um período em que a humanidade regrediu, ou no mínimo parou no tempo. Interessante também "Sociedade Medieval, uma sociedade sem mobilidade?" em que mostra o contrário do que por muitos anos se incute na cabeça dos adolescentes que a Idade Média foi um período de castas, onde um plebeu nunca chegaria a ser um nobre.

Fiquei bastante feliz de ver referências a medievalistas como o amigo Prof. Dr. Ricardo da Costa da UFES e a francesa Regine Pernold. Referências a sites como Hottopos e Associação Brasileira de Estudos Medievais

Sugerem os autores, filmes do naipe de "O incrível exército de Brancaleone" e "Coração Valente".

Pelo menos as turmas que durante estes três anos (2012, 13 e 14) estudarem neste livro, terão uma visão bastante diferente dos seus predecessores. 

Parabéns ao Prof. Rafael e tomara que nos anos seguintes possamos contar com o bom senso na escolha de livros didáticos compromissados com a verdade. 


domingo, 26 de maio de 2013

Primeira Comunhão na boca e de joelhos - Campanha MG

Pelo segundo ano consecutivo, tive o prazer de estar presente na missa em que nossos jovens receberam o Sacramento da Eucaristia pela primeira vez.

Fato notável e nobre do Pe. Marquinho Iabrud, que mandou colocar um genuflexório para que todos se ajoelhassem, em sinal de adoração à Jesus Sacramentado.
Jéssica Gonçalves

Tomara que a juventude tome gosto e continue sempre a receber a Eucaristia desta forma. Se nos ajoelhamos quando estamos longe do Senhor,  para adorá-Lo na consagração, quanto mais quando estivermos bem pertinho, prestes a recebê-Lo em nossa boca?
Ana Clara Maia Borges

Interessante que busquei no Feicibúqui durante dias por fotos da garotada recendo a 1ª Comunhão na Catedral e foi em vão. Nada! Minha amiga, Ângela, foi quem enviou-me estas duas fotos que publico nesta postagem: uma de sua filha e outra de uma colega. 

Naquele domingo, haviam mais fotógrafos que primeiro-comungantes. Será que os católicos tem vergonha deste gesto tão nobre de ajoelharem-se perante Jesus sacramentado? Em compensação fotos de baladas, carnaval, festinhas, etc. são encontradas à rodo. 

Curioso também o fato de algumas catequistas resistindo ao pedido do Padre para se ajoelhar. 

Mas o que importa mesmo é a alegria que vi nos rostinhos ao receber a Eucaristia. Que a Virgem Maria inteceda por nossos jovens. Que a cada dia aumente em seus corações o amor à Jesus e à sua Igreja.

sábado, 18 de maio de 2013

A escola e os delinqüentes.

Fiz um desabafo no Feicebúqui e farei alguns comentários com a cabeça mais fria. Ei-lo:

Hoje delinquentes do Colégio Estadual Vital Brasil atiraram pedras sobre o meu carro que estava estacionado ao lado do muro, em frente à minha casa. Atiraram também pedaços de vidro na casa da minha vizinha, D. Terezinha. Os filhos da puta já quebraram um para-brisas do meu Pálio e agora estão tentado o bi-campeonato.

Esta postagem gerou outros comentários de apoio e de indignação. Não vou repetir todos. Apenas alguns que podem ajudar na reflexão. A conversa na íntegra pode ser lida, clicando no texto acima.

Alguns amigos mais exaltados sugeriram o troco contra os "pequenos" contraventores. Outro, buscar a solução através da Justiça. Um amigo professor, solidarizou-se testemunhando ter sido agredido verbalmente por um aluno. 

Um ex-vizinho e amigo da família há anos, contou também ter sido vítima de depredação quando morou ao lado de nossa casa. Aconselhou guardar sempre o carro, constatando que estamos de mãos atadas contra a delinqüencia juvenil. A lei sempre os irá favorecer.

Amigos mais distantes que convivem com a violência ao extremo praticada por delinqüentes juvenis em metrópoles, manifestaram sua visão de uma forma mais universal (e trágica) ou seja: a realidade de uma geração de estupradores, criminosos, bandidos.

Nem todo estudante da Escola Vital Brasil é um delinqüente. Existem excelentes alunos nesta instituição. Crianças e adolescentes que estão vocacionados a uma vida acadêmica. Infelizmente estão sujeitos a uma frustração por conta dos péssimos "alunos" que são forçados a freqüentar a escola. O Estado obriga a mantê-los dentro da escola. Eles odeiam, detestam a ideia. Prefeririam estar aprendendo uma profissão com o pai, trabalhador autônomo (agricultor, boiadeiro, mecânico, eletricista, pedreiro, pintor de casas, lanterneiro, etc.). Como estão forçados na escola, preferem se "divertir" de outra forma. Escolhem infernizar a vida dos professores, colegas, diretores. 

Como não gostam de estudar (penso ser mais uma vocação, que uma obrigação), externizam sua revolta, às vezes até inconsciente, prejudicando o andamento de uma aula. Enfim, de todo o pulsar de uma escola. Colegas saem no prejuízo, professores não conseguem o mínimo de paz para dar sua aula, diretoria é acionada desviando-se de assuntos importantes para o bom funcionamento da instituição de ensino.

Mas o governo (estadual e federal) insistem em continuar no erro. A cada dia mais pressão sobre o pobre professor: sociedade, alunos, delinqüentes, pais de alunos, pais de delinqüentes, secretaria de ensino (através da direção e especialistas, que por sua vez são pressionados pelo estado). A coisa só vai melhorar o dia em que o estado parar de passar a mão na cabeça dos péssimos alunos e parar de colocá-los no mesmo patamar que o professor. Quando o estudo funcionava de verdade, havia uma hierarquia a ser obedecida. Isto é natural. A experiência já comprovou sua eficácia.

É necessário também que o estado acabe com a obrigatoriedade do ensino. Que procurem a escola quem tem vocação. É preciso acabar com esta história de "exploração de trabalho infantil". Tem cada cavalão maior que eu freqüentando a escola, quando poderia estar aprendendo uma profissão. Para ser alguém na vida, ajudar os pais nas despesas da casa, ser um futuro cidadão de bem, um profissional útil à nação.

Este absurdo de obrigar a garotada a frequentar escola, está sem dúvida destruindo o desenvolvimento do país: o sujeito vai para a escola sem nenhuma motivação de aprender. Atrapalha os colegas que realmente querem aprender. Vai "formar" sem saber escrever um miserável bilhete. O tempo que podia aprender uma profissão, estava enfiado contra a vontade numa escola. Vai cursar uma universidade após o ensino médio? Pode até ir, mas vai abandonar em pouco tempo, pois não teve o mínimo de base para dar continuidade nos estudos mais profundos. Ou tocar até o fim e tornar-se um péssimo profissional. 

Se não for para a universidade, já estará com uma idade avançada para aprender uma profissão. Não será mais "demenor". Não se encaixa mais no perfil de aprendiz. Ninguém vai dar emprego a ele, pois terá de dispor de tempo para ensiná-lo na profissão. Resultado: mais um vagabundo solto nas ruas totalmente perdido. Não sabe ler e escrever. Não sabe trabalhar. Vai fazer o que? Ganhar a vida traficando drogas, roubando ou praticando alguma atividade ilícita. Ou se transformar num viciado.

Agradeço a manifestação da Prof.ª Vera Mendes que é vice-diretora da escola. Assim postou no Feicebúqui:

Giovani a nossa diretora trabalha na sexta sim. Hoje ela se encontrava em Varginha, na Superitendencia, pois foi convocada para uma reunião. Esse delinquentes tambem nos incomodam. Já chamamos o Conselho Tutelar, os pais , até a policia. São acobertados pelo Estatuto do Menor. A lei dá cobertura a eles e não a nós professores. Pergunte a sua esposa, ela pode te responder melhor. A direção da escola conta com a comunidade. Precisamos de ajuda. Quem sabe a comunidade participando mais da vida escolar consiga juntamente conosco acabar com esse delinquentes.
Como podemos notar a escola preocupa-se com a situação. Mas é refém do maldito ECA. Bem como a Polícia, os pais e o Conselho Tutelar.  Conversei com o vice-diretor na escola e ele disse que voltaria a usar de um expediente para coibir os atos de vandalismo de alguns alunos: o recreio seria na parte interna da escola e não mais na área aberta. Mais uma vez os bons alunos saem prejudicados pelos péssimos. Poderiam descansar ao ar livre, respirando ar puro, caminhar, correr, brincar, mas não. Por conta dos vândalos, serão obrigados a permanecer em seu tempo livre limitados entre as paredes do prédio.

Não fui o primeiro a reclamar. Na escola fui informado de que outros atos parecidos aconteceram. Inclusive acertaram uma pedra numa idosa que tomava sol em frente sua residência.

Minha esposa foi vítima de bullying por parte de alunos várias vezes. Certa vez, os pequenos (nem tão pequenos assim) marginais estouraram uma caneta de tinta vermelha na cadeira em que ela iria se sentar. Sujou a bunda da calça desta cor e não percebeu. Imagina o constrangimento por qual passou ao chegar em casa e notar o que tinha ocorrido? Provavelmente foi zombada pelos alunos sem saber o que estava acontecendo, enquanto cumpria com sua obrigação. Além de perder a calça. Se ao menos o estado a indenizasse pelo erro de seus queridos pimpolhos...

Como é importante a participação da comunidade na vida da escola, lá tenho filhos estudando e minha esposa trabalha, deixo uma sugestão: quando era presidente da Cooperativa de Ensino, uma vizinha da escola reclamou que durante o recreio alunos estavam atirando limões e pedras na sua residência. Exatamente onde sua mãe e filhos pequenos tomavam sol no inverno. Conversei com o diretor pedagógico na mesma hora. Em poucos minutos descobriram os autores do vandalismo. Comunicou os pais e fez com que todos os meninos fossem até a casa depredada pedir desculpas aos moradores, limpar o que sujaram e verificar se algo foi danificado para ser reembolsado. Fiquei quase 3 anos na presidência. Nunca mais ouvi reclamação deste tipo. Isto não significa humilhar ou constranger o aluno, mas ensiná-lo de forma prática a conviver em sociedade. 

Giovani Rodrigues Arantes








quinta-feira, 9 de maio de 2013

Nhá Chica e o Estado laico

Se o estado é laico, o que dezenas de autoridades políticas foram fazer em Baependi quando da beatificação da Nhá Chica? Evidentemente muito dinheiro público foi utilizado para estarem presentes na missa. Primeiras-damas, fotógrafos, motoristas, amigos, amigos de amigos, etc. 

Os políticos petistas são os primeiros a vociferar que o Estado é laico. Contradizem-se ao participar de um evento religioso. Católicos é que não são. Afinal o PT é declaradamente abortista. Aborto é condenado pela Igreja. Assim como o apoio e afiliação a partidos socialistas e comunistas.

Podemos também observar na foto abaixo, políticos de outros partidos. Será que são tão devotos assim? São católicos de "ir à missa aos domingos" e frequentar os sacramentos? Possuem uma vida cristã exemplar no dia-a-dia? PSDB também é socialista...

Não esqueçamos que a festinha vai acabar. O Papa Francisco há alguns dias exortou os bispos a negar a comunhão a pró-abortistas.



sábado, 4 de maio de 2013