quinta-feira, 19 de outubro de 2017

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Edificações antigas: preservar?

Meu pai nunca gostou de casarios velhos. Dizia que não servem para nada. Apenas para acumular mofo e escorpiões. Não conseguia compreender sua visão. Afinal cidades históricas vivem do seu passado: turismo, arquitetura, história. 

Até pouco tempo, semana passada talvez, ainda lamentava o fato de Campanha não ter preservado sua memória. Outra vez, perdendo para sua "rival" histórica, São João del Rei. 

Lendo um livro de G K Chesterton, deparei com a seguinte frase: "Quando as pessoas adquirem finalmente o horrível hábito de preservar edifícios, perdem o hábito de construí-los".

Confesso que minhas convicções a respeito dos velhos imóveis, balançaram.

Aliando-se à frase, dias atrás assistia a um trecho de um filme nacional, onde uma garota conversava com um restaurador de prédios antigos. Diz o restaurador que havia trabalhado numa casa e recuperou toda a pintura original. Era o interior vermelho e preto. Ficou linda, segundo ele. Mas os proprietários, muito ricos, preferiram pintá-la novamente com uma cor clara, pois a original não combinava com os móvies modernos. Tentava o profissional convencer a mulher de que o restauro é algo de suma importância para uma comunidade. A protagonista, naquele estilo "melhor concordar para não esticar conversa", põe logo fim à discussão. 

Por outro lado, penso ser uma invasão de privacidade no melhor estilo ditatorial, membros do Patrimônio Histórico, IPHAN, etc. adentrar imóveis PARTICULARES com  a desculpa de fiscalizar sua manutenção. Como é absurda a praxe de proprietários buscar autorização destas instituições para trocar uma torneira que está pingando ou consertar uma janela quebrada.

Quanto ao pensamento de Chesterton, a quem sempre dou "ouvidos", fico com uma interrogação: o que diria o gigante inglês, a respeito das catedrais e castelos medievais que pululam no Velho Mundo? Será que também deveriam ser tombados literalmente, para dar lugar a novas edificações?





quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Malditas cigarras!

Além de duras, são monstruosamente feias. Atrás do poste uma belíssima sibipiruna.


 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

UEMG e artigos científicos.

Postagem no Feicebúqui em 07/10/2017:


A UEMG Campanha bem que poderia ajudar a melhorar este quadro. Campo das Vertentes, nossa eterna "rival" histórica, apesar de territorialmente bem menor, produz intelectualmente duas vezes mais.

Aliás, nunca vi um artigo científico da UEMG Campanha. Se produz, deveria ser pública. Afinal somos nós, pagadores de impostos, que a mantemos.

Antes que inicie o mimimi e ameaças de morte (como da última vez que falei sobre ela), minha critica é construtiva. Que possa servir de incentivo para uma nova visão. O mapa é de uma publicação da FAPEMIG, ok? Não forjei nadinha.

Pax!
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Fonte do mapa: Revista Minas Faz Ciência - SET/OUT/NOV 2017